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terça-feira, 11 de junho de 2019

Você sabia que a escolha do seu companheiro pode influenciar na sua saúde mental? Mantenha a calma, vamos te explicar o porquê! Você percebeu que nos últimos anos os #relacionamentos amorosos têm sido complicados para a maioria dos casais, o companheiro escolhido pode ajudar na piora da saúde mental.
Quando chega no ponto de muitas brigas, uma maneira de ajudar é a terapia com um psicólogo (a) cognitivo comportamental. Ele tenta compreender os dois lados da história, faz com que cada um compreenda seus comportamentos e pensamentos que geram algum desconforto para si ou para outro. Um #cara muito importante dessa terapia é #Beck (1995), que teve a ideia de que as brigas e #tretas na relação são causadas porque cada pessoa tem pensamentos de como deveria agir, pelas lutas e batalhas da vida, e tem uma noção do que é certo e errado, porém não são as mesmas ideias da pessoa amada, aí gera uma confusão e bate boca. Isso poderia ser evitado com a percepção de certos aspectos no início da paquera porque quando se está apaixonado (a) por alguém não se vê falhas ou coisas negativas na pessoa, ela é um anjo. E o ser humano tem a mania feia de tentar controlar o outro e a história de amor, mas o importante e saudável é ver as coisas como realmente são, sem #fluflu.

Alguns transtornos de personalidade influenciam para que o #relacionamento seja passageiro. Existem pessoas que acreditam que ninguém está a sua altura, podendo até se tornar bem-sucedidas em manter algumas relações superficiais nas quais o seu companheiro o esteja admirando. Outro tipo é aquele que necessita controlar a relação e quando perde este controle ela termina o #relacionamento para não mostrar que perdeu este controle. Tem também a pessoa que tende a sufocar seu parceiro a ponto de afastar ele, sempre desconfiando de uma #traição, se sentindo insegura, podendo assumir um papel controlador. Ou aquela pessoa que sempre busca atenção de seu parceiro, no início da relação pode ser bem agradável, mas conforme o tempo vai passando a pessoa vai cobrando mais e mais atenção do outro, possuindo um padrão excessivo de emoção.
Se você se identificou com algum desses exemplos procure um psicólogo.
#AnaCarolineDiasdaSilva
#CamilaDalPraSoek
#CarolinaAndressadeOliveira
#MarlondeBritoWeber
#MarinaFátimaCordeiroRamos
#RitadeCassiaSpreaUhle
Hanke, Ana Carolina; HalfenEgon; Melo, Wilson Vieira. Relações Amorosas Conflituosas e Psicopatologia. (P. 237-254)